Se praticar o Fosfenismo, só pode ficar fascinado pela teoria das cordas.
A TEORIA DAS CORDAS
Para se familiarizar com esta teoria tão revolucionária, nada vale o Universo elegante, o documentário científico realizados em 2003 pelo Americano David Hickman. Este compreende três episódios que foram difundidos no mesmo ano sobre Arte.
O segundo episódio intitulado a teoria das cordas inscreve-se nesta diligência. A ideia que o subjaz, é que o universo inteiro é constituído de um mesmo ingrediente, as cordas minúsculas que vibram de uma multidão de maneiras diferentes, fazendo do universo uma formidável sinfonia cósmica. Esta teoria reconcília as duas teorias precedentes, a do microcosmo e a do macrocosmo.
Quanto ao terceiro episódio, Boas-vindas à 11ª dimensão, convida-nos a alterar radicalmente a nossa concepção do espaço. O humor de Brian Greene, os seus talentos de apresentador provocam-nos numa experiência das mais excitantes. As animações mais audaciosas apoiam a nossa atenção enquanto que os conceitos estudados se afastam irremediavelmente do nosso mundo diário. Aí está o nosso universo que se tornou uma fatia de pão! As outras fatias são os universos paralelos.
E certamente, existem centenas de pães como este. De que dar vertigens! Sobretudo quando Brian Greene evoca as pontes estreitas que existem entre estes universos. E se o Big Bang não marcasse o início do Universo?
Formidável epopeia da ciência, a história da descoberta da teoria das cordas desde os seus inícios até à unificação das suas cinco versões diferentes de Edward Witten não pode faltar para os fascinr, sobretudo se pratica o Fosfenismo.
Mas retomemos os présupostos desta teoria situada nos confins da física.
O universo é composto “de minúsculos fios de energia em oscilações semelhantes às cordas”. Se crescermos o átomo às dimensões do nosso sistema solar, estas cordas teriam a dimensão de uma árvore. Assim como as cordas do violoncelo podem vibrar a frequências diferentes e dar assim notas diferentes, são os diferentes modos de vibração das cordas que dão às partículas as características específicas, nomeadamente a massa e a carga.
Toda a elegância da teoria encontra-se aí. Mas é também o seu calcanhar de Aquiles. Com efeito, pode-se ainda falar de teoria enquanto que é impossível infirmar-lo? Nenhuma experiência, nenhuma observação não está em condições de o fazer. As cordas não são perceptíveis. “A teoria” das cordas é da competência da física ou a filosofia?
Para mostrar a que “teoria” pertence vai no sentido do Fosfenismo, evoquemos resumidamente este
.
Em 1959, Francis LEFEBURE, médico e investigador francês, teve a ideia de controlar a eficácia de exercícios iniciadores que lhe tinham sido ensinados, através dos fosfenos. Os fosfenos são todas as sensações luminosas subjectivas, ou seja as que não são causados directamente pela luz que estimulam a retina. É assim que descobriu a importância do ritmo de dois segundos. Com efeito, quando se efectuam ligeiros balanços da cabeça, é este ritmo que provoca o fosfeno, enquanto que para um ritmo mais rápido ou mais lento, este continua a ser fixo.
Forte desta primeira descoberta, estudou o que se passava com dois fosfenos e desenvolveu o cerbroscópio para o qual foi premeado. Este último permitiu-lhe fazer observações novas sobre os ritmos cerebrais.
Três anos mais tarde, teve a ideia de ver o que se passaria se pensasse a um sujeito preciso na presença de um fosfeno. Descobriu assim as bases do que ia tornar-se o seu método: A Conjugação FOSFÉNICA. Fosfeno e pensamento agiam em sinergia o que permite desenvolvimento da memória, da inteligência e a criatividade.
Fosfeno, ritmo e pensamento, aí estão os ingredientes fundamentais que chamam “yoga cientificamente melhorado”.
A ideia que o universo seja constituído de minúsculas cordas vibrantes é particularmente sedutora para um Fosfenista para quem o ritmo é um elemento primordial. E o facto que estes ínfimos “ingredientes” que compõem o universo possam entrar em ressonância os uns com os outros para jogar uma sinfonia cósmica seduz particularmente quem procura entrar em ressonância com ele mesmo e com o que o cerca.
O Dr. LEFEBURE e os que o seguiram desenvolveram uma relação muito privilegiada com o cosmos. O Dr. LEFEBURE tinha com efeito por hábito méditar em direcção da constelação do Sagitário para se pôr em relação com espíritos, guias, electrões de um nível muito elevado.
Alguns Fosfenistas confirmados são viajantes infatigables que sulcam o cosmos (o universo está em nós…).
"(…) uma noite, encontro-me numa paisagem que conheço bem, porque é um lugar onde passei alguns meses da minha infância e todos os feriados: na Bretanha, na exploração agrícola do meu primo. Aí, no meio de um campo encontra-se uma árvore imposante. Avanço-me para ela e, devagar, penetro dentro, como se quizesse fazer corpos com ela e com a natureza. Seguidamente, sinto-me propulsado fora, e encontro-me no céu. Elévo-me. A terra afasta-se de mim e torna-se cada vez mais pequeno. Acima de mim, apercebo a imensidade do cosmos. De repente, é a queda livre, à uma velocidade vertiginósa. Acabo de passar o equivalente espiritual da linha da equigravitação, ou seja a linha onde a gravitação é igual entre a Terra e o Sol. Acabo de entrar “no astral elevado”. Continuo a viajar, para me encontrar no plano cósmico. Aó, foi um espectáculo grandioso que se ofereceu a mim.
Miríades de estrelas cintilam ao longe (…) contemplo este universo cósmico."
Extracto do livro: Preparação ao desdobramento astral ou a exploração do mundo subjectivo, Daniel Stiennon.