A CONJUGAÇÃO FOSFÉNICA
EM PEDAGOGIA

Desenvolvimento da memória e da inteligência
pela mistura dos pensamentos com os fosfénos.


Duração da animação completa:
2 minutos e 30 Para visualizar novamente a animação «Atualizar» a página. Com MAC:
Comando (maçã) + R Com PC: Ctrl + R.

MEMORIZAÇÃO NO FOSFÉNO
A Conjugação Fosfénica.
3ª parte.

Após ter lido uma passagem ou um capítulo, fazer um fosféno, depois no escuro, desde a fixação da lâmpada, começar a pensar no que acabou de estudar para não perder tempo.

Assim que fizer o fosféno, ponha uma fita larga preta sobre os olhos; durante a presença do fosféno, pense sucintamente no que acabou de estudar, terá como efeito a ajuda à memorização da passagem lida.

Nota: O texto que desfila na imagem é a título de exemplo da Conjugação no fosféno é um texto extraído desta página.

Tradução do texto da imagem: Em 1959, o Doutor Francis LEFEBURE médico do serviço de saúde escolar, descobriu e analisou a ação dinamizante da luz sobre todas as funções cerebrais. O seu método é fundado sobre os «fosfenos», ou seja as manchas policromas que persistem na obscuridade durante três minutos, após a fixação duma fonte luminosa durante cerca de trinta de segundos.
A extraordinária descoberta do Doutor LEFEBURE foi, a MISTURA dum PENSAMENTO com o FOSFÉNO transforma a ENERGIA LUMINOSA em ENERGIA MENTAL. Os Fosfénos provocam então, o desenvolvimento da memória, da inteligência, da atenção, da criatividade e da intuição.
Existe uma norma de execução para cada matéria escolar: português, francês, história, geografia, etc. em matemática, o raciocínio é mais estruturado e os dados do problema são mais assimilados. Os progressos e os resultados sentem-se rapidamente. O cálculo mental é facilitado. Melhoria da apreciação e dos novos pontos de vista. Aumento das ideias durante uma redação ou narração. Para a aprendizagem duma língua, os fosfénos facilitam a memorização das palavras novas, das construções gramaticais e permitem capturar mais facilmente a pronúncia.
Em Portugal (Lisboa), o Professor Cruz, foi nomeado pelo governo para aperfeiçoar os métodos pedagógicos do país. Fez testes de atenção com grupos de crianças, antes e depois das sessões de Conjugação Fosfénica. Assim, foi confirmado que as faculdades mentais são melhoradas após cada sessão e que pela repetição destas durante algumas semanas, cerca de meia hora por dia, a melhoria da atenção persiste entre as sessões. Os problemas específicos como a DISORTOGRAFIA, a DISLEXIA e a GAGUEZ podem ser corrigidos em poucos meses, assim como os problemas de ATRASO ESCOLAR.

A mistura de um pensamento com o fosféno chama-se: A Conjugação Fosfénica.

Muitas pessoas gostam de ler ao sol, este ilumina fortemente o livro.

Habitualmente, quando lê em casa, a luz é indireta ou geralmente demasiado afastada do texto, ou ainda demasiado fraca para permitir a formação de um fosféno enquanto a reflexão da luz solar sobre o livro provoca um fosféno pela reflexão da luz sobre a página branca.

O Dr. Lefebure fez muito jovem a observação seguinte:

«Até à idade dos 12 anos, era um cancro na escola e sofria muito moralmente. Era a tal ponto que aos onze anos o professor quis pôr-me definitivamente fora do liceu e pude ficar, devido à intervenção enérgica da minha avó. Ora, depois das férias da Páscoa dos meus doze anos, tornei-me de repente bom aluno e duma maneira tão surpreendente que os meus camaradas transportaram-me em triunfo para o recreio. Mais tarde, sempre fiquei entre os melhores em ciências. Por conseguinte, o que é que se tinha passado durante essas famosas férias da Páscoa? Tínhamos mudado de casa. Antes, morava num apartamento onde nunca havia sol. O novo apartamento era maravilhosamente ensolarado e tomei o hábito de trabalhar frequentemente com o sol sobre o livro, embora alguns pretendiam que ia fazer-me mal aos olhos. Ora, não foi nada, bem pelo contrário, foi a partir desse momento que me tornei bom aluno. Há aí, creio, algo de premonitório nas minhas investigações sobre os fosfénos.»

Observará que compreende melhor um texto e que o retêm melhor se for fortemente iluminado. Se for com uma lâmpada, é necessário ter cautela que esta esteja colocada num refletor profundo em metal, para não ter os raios diretos nos olhos. Se for com o sol que ilumina o seu texto, voltar-se de três quartos de modo que só o livro seja iluminado.

«Seguidamente, fui o melhor em ciências, e sempre saí nos primeiros na disciplina F.Q.C.N. (Física, Química, Ciências Naturais), no ano preparatório à Medicina, embora tenham sido mais de quatrocentos candidatos nessa sessão e que era dos mais jovens (17 anos)»

Nem todos têm a possibilidade de morar numa região muito ensolarada e para estimular a função fosfénica estudando ao mesmo tempo, podem utilizar a Lâmpada Fosfénica do Dr. Lefebure colocando-a perto de si e ligeiramente acima do livro ou do texto, mas de forma a não ser incomodado pela lâmpada. O que nos interessa aqui, é aproveitar a reflexão da luz sobre as páginas e por conseguinte obter constantemente fosfénos sem se preocupar. A leitura faz-se completamente normal. A única diferença é a melhor iluminação do texto. Mas que diferença!

Contudo, atenção, não é porque vive numa região ensolarada que será necessariamente mais inteligente e que terá mais êxito nos estudos. Porque tudo é apenas uma questão de contexto. FAZER FOSFÉNOS SOZINHOS NÃO DESENVOLVE NADA, ou pelo menos quase nada. É a mistura dos pensamentos com o fosféno (conjugação) que permite o desenvolvimento da memória e da atenção. É bem evidente que, numa região ensolarada, temos mais facilidade para fazer estas «conjugações», mesmo involuntariamente.

Para obter informações mais completas queira consultar o conjunto «O ABC da Conjugação Fosfénica».


TEMPO DE PRÁTICA E DURAÇÃO DAS SESSÕES

Não há limite quanto à quantidade de fosfénos que se podem fazer durante uma sessão de trabalho. Muitos estudantes praticam durante várias horas seguidas sem o mínimo cansaço, por volta de uma fixação cada cinco, dez ou quinze minutos de acordo com o estudo. Para uma criança, será suficiente que faça todos os deveres e aprender as suas lições com os fosfénos de modo que os resultados escolares melhorem rapidamente.

Os estudantes e os adultos estudam frequentemente várias horas de seguida devido à importância dos programas. Basta associar os fosfénos ao estudo, o que permite ganhar tempo e acumular uma energia considerável no pensamento e no sistema nervoso. Por conseguinte fará sistematicamente tantos fosfénos quanto possível durante o estudo.

A Fosféno-pedagogia não é somente um método que permite fazer um trabalho mais eficaz: é sobretudo uma técnica que permite um verdadeiro desenvolvimento da personalidade

É por isso que o Dr. Lefebure distinguiu dois próprios domínios de aplicações: o estudo das técnicas ritmo-fosfénicas por um lado e o método pedagógico por outro lado, que desenvolveu no seu livro a «Conjugação Fosfénica em Pedagogia», método pelo qual recebeu a Medalha de Prata da Feira dos Inventores, em 1975, em Bruxelas.

Durante muito tempo incompreendidas as fixações das fontes luminosas passavam por um simples ritual cujas tradições e práticas acabaram por esquecer o sentido e a importância. No entanto, não se age de utopia nem mesmo de crença, são apenas uma espécie de «oh vamos lá» para tranquilizar. A experiência iniciática começa agora, ou seja, faz parte da vida. Enriquece a vida porque dá «novos» meios para aprender. Não é mais uma esperança em vão mas uma quantidade considerável de repercussões na vida diária. E pode verificá-lo por si se quiser realmente. O Dr. Lefebure deu os meios. A Conjugação Fosfénica em Pedagogia é certamente o presente mais bonito que fez à humanidade! É só saber utilizá-la…

Os antigos diziam frequentemente: «A luz é fonte de conhecimento».
Hoje, graças aos trabalhos do Dr. Lefebure, compreendemos porquê.

O equivalente da Conjugação Fosfénica: a Conjugação Acufénica

    SEGUINTE

    VOLTAR