A mistura de um pensamento com o fosféno chama-se: A Conjugação Fosfénica.
Muitas pessoas gostam de ler ao sol, este ilumina fortemente o livro.
Habitualmente, quando lê em casa, a luz é indireta ou geralmente demasiado afastada do texto, ou ainda demasiado fraca para permitir a formação de um fosféno enquanto a reflexão da luz solar sobre o livro provoca um fosféno pela reflexão da luz sobre a página branca.
O Dr. Lefebure fez muito jovem a observação seguinte:
«Até à idade dos 12 anos, era um cancro na escola e sofria muito moralmente. Era a tal ponto que aos onze anos o professor quis pôr-me definitivamente fora do liceu e pude ficar, devido à intervenção enérgica da minha avó. Ora, depois das férias da Páscoa dos meus doze anos, tornei-me de repente bom aluno e duma maneira tão surpreendente que os meus camaradas transportaram-me em triunfo para o recreio. Mais tarde, sempre fiquei entre os melhores em ciências.
Por conseguinte, o que é que se tinha passado durante essas famosas férias da Páscoa? Tínhamos mudado de casa. Antes, morava num apartamento onde nunca havia sol. O novo apartamento era maravilhosamente ensolarado e tomei o hábito de trabalhar frequentemente com o sol sobre o livro, embora alguns pretendiam que ia fazer-me mal aos olhos. Ora, não foi nada, bem pelo contrário, foi a partir desse momento que me tornei bom aluno. Há aí, creio, algo de premonitório nas minhas investigações sobre os fosfénos.”
Observará que compreende melhor um texto e que o retêm melhor se for fortemente iluminado. Se for com uma lâmpada, é necessário ter cautela que esta esteja colocada num refletor profundo em metal, para não ter os raios diretos nos olhos. Se for com o sol que ilumina o seu texto, voltar-se de três quartos de modo que só o livro seja iluminado.
“Seguidamente, fui o melhor em ciências, e sempre saí nos primeiros na disciplina F.Q.C.N. (Física, Química, Ciências Naturais), no ano preparatório à Medicina, embora tenham sido mais de quatrocentos candidatos nessa sessão e que era dos mais jovens (17 anos).
Nem todos têm a possibilidade de morar numa região muito ensolarada e para estimular a função fosfénica estudando ao mesmo tempo, podem utilizar a Lâmpada Fosfénica do Dr. Lefebure colocando-a perto de si e ligeiramente acima do livro ou do texto, mas de forma a não ser incomodado pela lâmpada. O que nos interessa aqui, é aproveitar a reflexão da luz sobre as páginas e por conseguinte obter constantemente fosfénos sem se preocupar. A leitura faz-se completamente normal. A única diferença é a melhor iluminação do texto. Mas que diferença!
Contudo, atenção, não é porque vive numa região ensolarada que será necessariamente mais inteligente e que terá mais êxito nos estudos. Porque tudo é apenas uma questão de contexto. FAZER FOSFÉNOS SOZINHOS NÃO DESENVOLVE NADA, ou pelo menos quase nada. É a mistura dos pensamentos com o fosféno (conjugação) que permite o desenvolvimento da memória e da atenção. É bem evidente que, numa região ensolarada, temos mais facilidade para fazer estas “conjugações”, mesmo involuntariamente.
Para obter informações mais completas queira consultar o i-Kit “
O ABC da Conjugação Fosfénica ”.
TEMPO DE PRÁTICA E DURAÇÃO DAS SESSÕES
Não há limite quanto à quantidade de fosfénos que se podem fazer durante uma sessão de trabalho. Muitos estudantes praticam durante várias horas seguidas sem o mínimo cansaço, por volta de uma fixação cada cinco, dez ou quinze minutos de acordo com o estudo. Para uma criança, será suficiente que faça todos os deveres e aprender as suas lições com os fosfénos de modo que os resultados escolares melhorem rapidamente.
Os estudantes e os adultos estudam frequentemente várias horas de seguida devido à importância dos programas. Basta associar os fosfénos ao estudo, o que permite ganhar tempo e acumular uma energia considerável no pensamento e no sistema nervoso. Por conseguinte fará sistematicamente tantos fosfénos quanto possível durante o estudo.
A Fosféno-pedagogia não é somente um método que permite fazer um trabalho mais eficaz: é sobretudo uma técnica que permite um verdadeiro desenvolvimento da personalidade
É por isso que o Dr. Lefebure distinguiu dois próprios domínios de aplicações: o estudo das técnicas ritmo-fosfénicas por um lado e o método pedagógico por outro lado, que desenvolveu no seu livro a "
Conjugação Fosfénica em Pedagogia", método pelo qual recebeu a Medalha de Prata da Feira dos Inventores, em 1975, em Bruxelas.
Durante muito tempo incompreendidas as fixações das fontes luminosas passavam por um simples ritual cujas tradições e práticas acabaram por esquecer o sentido e a importância. No entanto, não se age de utopia nem mesmo de crença, são apenas uma espécie de "oh vamos lá " para tranquilizar. A experiência iniciática começa agora, ou seja, faz parte da vida. Enriquece a vida porque dá “novos” meios para aprender. Não é mais uma esperança em vão mas uma quantidade considerável de repercussões na vida diária. E pode verificá-lo por si se quiser realmente. O Dr. Lefebure deu os meios. A Conjugação Fosfénica em Pedagogia é certamente o presente mais bonito que fez à humanidade! É só saber utilizá-la…
Os antigos diziam frequentemente: “A luz é fonte de conhecimento”.
Hoje, graças aos trabalhos do Dr. Lefebure, compreendemos porquê.