GENERALIDADES
SOBRE O FOSFENISMO

FAQ
(Perguntas Frequentes)

Se não encontra aqui a resposta à sua pergunta, ou se a sua pergunta é de ordem medical, queira contactar-nos utilizando a ficha da rubrica Contacto deste site.


GENERALIDADES SOBRE A PRÁTICA DO FOSFENISMO

SUMÁRIO
  1. O que é a Conjugação Fosfénica? Princípio básico.
  2. Quais são as contraindicações da prática?
  3. É incómodo ser míope, hipermetrope ou astigmata para praticar o Fosfenismo?
  4. Quais são as perturbações da vista que o Fosfenismo não altera?
  5. Fiz os meus fosfénos e tenho os olhos encarnados, conjuntivite e um ardor nos olhos.
  6. Quantos fosfénos podemos fazer por dia com a Lâmpada Fosfénica?
  7. Que fazer no caso de dificuldades na observação e no hábito da luz?
  8. É necessário um material especial para a prática do Fosfenismo?
  9. É vantajoso aumentar a potência da luz?
  10. Como fazer um pós-fosfeno?
  11. O meu fosféno não é fixo no meu campo visual.
  12. O meu fosféno está sujeito a tempos de eclipse muito longos.
  13. O meu fosféno apresenta poucas ou não tem cores.
  14. O meu fosféno tem um diâmetro pequeno.
  15. Como fazer um co-fosféno, ou fosféno associado à luz?
  16. Como observar a luz difusa?
  17. Como se vê o caos visual?
  18. É necessário retirar os óculos e as lentes de contacto para a prática com a Lâmpada Fosfénica?
  19. É necessário retirar os óculos e lentes de contacto para a prática com o sol?
  20. É preferível fixar o nascer ou o pôr-do-sol?
  21. Quais são as outras fontes luminosas com as quais se podem fazer os fosfénos?
  22. Podemos fazer fosfénos com uma vela?
  23. Não consigo pôr o meu pensamento no interior do fosféno.
  24. Depois de quanto tempo posso observar os primeiros resultados?
  25. O que é um sal fosfénico?
  26. Quais são as diferentes categorias de fosfénos que não utilizamos no Fosfenismo?
  27. Quais são as diferentes categorias de fosfénos que utilizamos no Fosfenismo?
  28. De onde vem a palavra «Fosféno»?
  29. A minha vista não me permite fazer fosfénos, o que posso fazer?
  30. Até que idade se pode fazer fosfénos?
  31. Posso utilizar uma lâmpada de bolso do mercado para fazer os fosfénos?
  32. Posso utilizar lâmpadas do mercado ou lâmpadas de baixo consumo e obterei resultados com este tipo de lâmpada?
1 - O que é a Conjugação Fosfénica? Principio básico.

Fazer fosfénos únicos, não desenvolve nada, ou quase nada, no domínio mental. Fazer fosfénos únicos produz um grande repouso físico e uma renovação da energia mental.

Só a Conjugação Fosfénica estimula o conjunto das faculdades cerebrais. Conjugação quer dizer «mistura».

A Conjugação Fosfénica consiste em misturar um pensamento com um fosféno.

Esta mistura faz-se no tempo (conservando um pensamento preciso escolhido antes e durante a presença do fosféno), ou ao mesmo tempo no tempo e no espaço (localizando a imagem mental visual ou auditiva no interior do fosféno). Esta segunda maneira de operar é mais eficaz, mas mais difícil.

Para obter verdadeiros resultados relativos ao desenvolvimento das capacidades mentais, é necessário associar os fosfenos ao nosso trabalho diário, ao nosso estudo ou o nosso tema de reflexão.

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2 - Quais são as contra indicações da prática?

A única contra indicação à prática dos fosfénos é o glaucoma, quer dizer a hipertensão dos líquidos do olho, que se traduz em fortes dores no fundo do olho.

É, com efeito, uma contraindicação parcial, porque as pessoas que têm um ligeiro glaucoma têm do mesmo modo, contra a nossa opinião, praticado com fosfénos, mas tomando algumas precauções elementares. Utilizaram uma lâmpada mais fraca (40 watts), colocaram-se mais distante e têm fixado a lâmpada muito menos tempo. O glaucoma não evoluiu, e os olhos ganharam em resistência. Assim, estas pessoas puderam progressivamente aproximar-se da lâmpada e seguidamente passaram a uma lâmpada ligeiramente mais forte, sem embaraço nem cansaço.

As pessoas muito sensíveis à luz observam igualmente que com a prática regular dos fosfénos, os olhos adaptam-se melhor aos ambientes luminosos, e que ao fim de alguns meses podem abandonar os óculos de sol.

Após uma operação cirúrgica nos olhos (pessoas operadas por exemplo às cataratas ou a uma laminação da retina), esperar entre 1 e 2 anos. Após uma operação a laser esperar 6 meses a 1 ano.

O efeito sobre a vista é muito favorável, com a condição certamente de respeitar as normas da iluminação; são normas estabelecidas por mais de 35 anos de experiências sobre milhares de casos. Por outro lado, certos métodos de re-educação visual, como o método BATES, utilizam a luz para reabilitar a vista. Finalmente, a prática de curtas fixações de fontes luminosas constitui uma excelente ginástica para os olhos.

Não se preocupar se ao início existem alguns problemas de adaptação como lágrimas, dores de cabeça; o que passará ao fim de alguns dias.


O GLAUCOMA (documento)

M.G.C.I.A., O CORREIO MÚTUO. Janeiro de 1990. N° 68. Mutualidade Geral do Comércio, da Indústria e do Artesanato.

Rubrica SAÚDE; Artigo «Prevenir as doenças dos olhos», pagina 13.

Autor: Dr. P. Sabatier, oftalmologista ao M.G.C.I.A.

Extrato: «O glaucoma é um aumento anormal da tensão ocular. O globo endurece enquanto o campo de visão diminui progressivamente. O glaucoma pode conduzir à cegueira pela destruição do nervo ótico sob o efeito de uma tensão ocular demasiado forte. O glaucoma crónico é mesmo a causa nº 1 de cegueira. Considera-se que em França o número de indivíduos atingidos por esta doença é de cerca de 500.000»

É a razão pela qual, atingindo uma certa idade, todos devem fazer um exame. Mas certas categorias de pessoas devem ser ainda mais vigilantes. São os que são atingidos por diabetes, miopia, de hipertensão arterial e outras doenças vasculares, ou ainda as pessoas que têm antecedentes familiares.

No caso de glaucoma, seguirá um tratamento destinado a baixar a tensão ocular.

As pessoas atingidas pelo glaucoma (extremamente atingidas) devem abster-se de praticar os fosfénos. O que não impede de modo algum de trabalhar a partir de outros elementos fénicos.

A prática concerne sobretudo as pessoas que não tenham problemas oculares importantes.

Para mais informações ver: A Conjugação Fosfénica em Pedagogia.

Em caso de dúvida, peça conselho ao seu oftalmologista.

Nota 1: A palavra fosféno tem vários significados. Encontra-se nomeadamente na linguagem medical. É a mesma coisa com a palavra acuféno, palavra utilizada no Fosfenismo. Sem estar a entrar em detalhes, para os não-iniciados com o Fosfenismo, não trabalhamos com os acufénos e os fosfénos patológicos mas sobre os fisiológicos.

Nota 2: Aconselhamos fortemente aos que se decidem praticar o Fosfenismo a abstenção total de qualquer bebida alcoólica. Só um copo de vinho é o suficiente para retardar por várias horas a rapidez das reações nervosas, segundo o Dr. Paul PERRIN, Professor da escola de Medicina de Nantes.

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3 - É incómodo de ser míope, hipermetrope ou astigmata para praticar o Fosfenismo?

Não, porque a quantidade de luz recebida continua a mesma e é esta energia que conta para a nossa operação de conjugação.

Em contrapartida, melhora certas doenças visuais, como as sinécias (aderências) entre a íris e o cristalino, pela forte ginástica da íris provocada pela alternância entre a luz viva e a obscuridade. Míopes poderão constatar uma melhoria significativa da sua visão.

A prática regular do Fosfenismo, reduz as dioptrias no primeiro mês, e isto, qualquer que seja a natureza da deficiência inicial.

As pessoas que usam óculos de correção constatam rapidamente uma melhoria da sua capacidade visual que pode mesmo conduzir a deixar de usar óculos.

O Dr. Lefebure é um bom exemplo do efeito favorável da prática dos fosfénos sobre a vista. Pouco tempo antes do seu falecimento, durante uma conferência, podia ler um texto na extremidade dos braços, sem óculos, e tinha 72 anos de idade. Isto é tanto mais notável que sabemos que passando os 50 anos, o Presbitismo instala-se. O que demonstra o efeito favorável dos fosfénos sobre a vista. Da mesma forma, a maioria «dos antigos» do Fosfenismo (em idade) não usam óculos.

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4 - Quels sont les troubles de la vue que le Phosphénisme ne modifie pas?

A catarata: que saibamos a prática do Fosfenismo não tem nenhuma ação favorável ou desfavorável, quando a catarata está bastante avançada. Obstrui consideravelmente a prática, devido à luz insuficiente na retina. Não é impossível que a estimulação da circulação nos olhos pela alternância das luzes vivas e a obscuridade tenha uma influência favorável numa catarata nascente. Nós não temos experiência neste domínio.

Os corpos flutuantes de humor vidrado (a geleia mole que forma o interior do olho, por trás do cristalino): em geral, estes corpos flutuantes são bastante transparentes para serem apercebidos em frente de uma forte fonte luminosa. Há de certa forma um alívio momentâneo, mas nenhuma influência, favorável ou desfavorável sobre estes corpos. A notar que a partir dos cinquenta anos, os restos dos vasos embrionários da retina caem no humor vidrado. A fronteira entre o normal e o patológico é aqui bastante leve.

As conjuntivites: segundo os oftalmologistas, a quem pedimos opinião, as luzes que empregamos não podem agravar uma conjuntivite e menos ainda provocá-la. No tracoma, uma conjuntivite infecciosa crónica de origem africana, os olhos tornam-se vermelhos mais facilmente durante a experiência, é um sinal que pode ajudar a deteção nos indivíduos que ignoravam ter, mas esta congestão não influência o desenvolvimento da doença.

Discromatopsia (ou perturbações da perceção das cores): forma mais conhecida das perturbações da perceção das cores é o daltonismo verdadeiro, (confusão entre o verde e o vermelho). É evidentemente bem difícil de interrogar um daltónico sobre as cores que vê no fosféno dado que as palavras não têm o mesmo sentido para ele que para nós. Mas tivemos o caso de um paciente atingido por uma perturbação da perceção das cores, outra, não sendo o daltonismo, perturbação que tinha sido detetada 2 vezes, uma na incorporação militar e a outra num exame profissional. Ora, este aluno dizia-nos que num fosféno, as cores apareciam-lhe mais brilhantes e mais diferenciadas que habitualmente.

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5 - Fiz os meus fosfénos e tenho os olhos encarnados, conjuntivite e um ardor nos olhos.

Os olhos vermelhos são a consequência da vasodilatação dos conjuntivos. O que deve ser por causa da falta de hábito e desaparece após 2 ou 3 dias de prática do Fosfenismo.

O ardor provém da falta de piscar as pálpebras.

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6 - Quantos fosfénos podemos fazer por dia, com a Lâmpada Fosfénica?

Tantos quanto deseja. Os estudantes que preparam os exames reveem os cursos com os fosfénos durante longas horas (às vezes até 8 ou 9 horas) num mesmo dia e continuam a sentir os efeitos benéficos depois.

Há mais de 50 anos que o método é difundido, nenhum estudante manifestou até agora de qualquer desagrado. Isto é partilhado pelo número de pessoas que testemunham a sua satisfação e os resultados convincentes obtidos pela prática do método.

São, por conseguinte milhares de pessoas que, em 40 anos, praticaram o Fosfenismo. Se provocasse qualquer desagrado, teríamos restringido certamente a divulgação no meio esotérico, meio que se preocupa neste tipo de problema tanto a sede de conhecimentos é grande.

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7 - Que fazer no caso de dificuldades na observação e ao hábito da luz?

Afastar-se mais da sua Lâmpada Fosfénica, 2 métrom em vez de 1,50 m preconizado pelo Doutor Lefebure. Inclinar ligeiramente a lâmpada para baixo para que a luz ilumine ligeiramente em direção do chão.

Por último para as pessoas que têm uma extrema sensibilidade à luz, pôr na frente da lâmpada um lenço branco, o tempo que os olhos se reforcem ou utilizar uma lâmpada mais fraca de 60 watts por exemplo e afastar-se da lâmpada para a fixar e durante menos tempo.

É igualmente possível utilizar uma lâmpada de luz natural. A sua luz é muito suave e perfeitamente adaptada às pessoas «sensíveis».

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8 - É necessário um material especial para praticar o Fosfenismo?

A título de ensaio para fazer alguns fosfénos, uma lâmpada doméstica branca sem abat-jour ou uma lâmpada de escritório pode chegar. Mas logo que se deseja passar a uma prática efetiva, mais vale passar a um material especializado. Assim, não só o seu fosféno será mais explorável, mas não constatará nenhum cansaço ocular, mesmo com tempos de prática muito longos como para os estudantes em período de exames que fazem uma quantidade elevada de fosfénos durante dias inteiros, entre 8 e 9 horas.

Certas lâmpadas de arquiteto também podem ser utilizadas, mas neste caso, tomem cuidado de a equipar com uma lâmpada preconizada, as que se utilizam nos ampliadores de fotos, lâmpada à venda nos fotógrafos ou nas Edições «Phosphénisme». Este tipo de lâmpada difunde a luz de maneira perfeitamente homogénea, o que dá fosfénos muito luminosos..

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9 - É vantajoso aumentar a potência da luz?

No plano pedagógico, NÃO. A norma estabelecida pelo Dr. Lefebure após mais de 35 anos de experimentações mostra que 75 watts são amplamente suficientes para provocar as reações neurológicas procuradas.

Note contudo que a iluminação é demasiado fraca para ter uma incidência negativa nos olhos a 1,50 m de distância, a qual é necessária colocar a lâmpada. Não há nenhuma liberação calórica que poderia obstruir os olhos. O encandeamanto provocado pelos faróis de um automóvel é bem pior que o da Lâmpada Fosfénica.

Além disso, conhecemos várias pessoas do mundo do espetáculo, nomeadamente atores, que testemunharam ter feito fosfénos com projetores de cinema ou de teatro, sem nenhum embaraço e observaram que memorizavam os textos num tempo récord.

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10 - Como fazer um pós-fosféno?

Fixe uma lâmpada especial fosféno ou uma Lâmpada Fosfénica durante cerca de trinta segundos, seguidamente na obscuridade, com os olhos fechados, observe a mancha de cores que aparece no campo visual.

Na obscuridade, o fosféno apresenta-se sob a forma de uma mancha com cores variáveis, que persiste durante três minutos.

Para mais informações, consultar os livros Universos Energia Fosfénica bem como Cromos n°2 download gratuito neste site.

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11 - O meu fosféno não é fixo nos meu campo visual.

O Fosféno segue os movimentos, mesmo involuntários, dos seus olhos. A prática regular reforçará os músculos périoculares e em pouco tempo o fosféno não apresentará mais deslizes da direita, para a esquerda, para baixo ou para cima.

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12 - O meu fosféno é sujeito a tempos de eclipse muito longos.

O Fosféno é governado pelos ciclos da alternância cerebral. Cada cor que aparece no campo visual é cruzada durante um certo tempo por um eclipse chamado fosféno negativo. Se esse tempo de eclipse vos parece anormalmente longo, o que indica uma perturbação fisiológica cujas causas podem ser múltiplas: falta de sono, estado depressivo, tomada de medicamentos e mais raramente, problemas oculares ou problemas neurológicos.

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13 - O meu fosféno apresenta poucas ou não tem cores.

Se o seu fosféno não segue o ciclo descrito, o que indica uma perturbação fisiológica cujas causas podem ser múltiplas: falta de sono, estado depressivo, tomada de medicamentos e mais raramente, de problemas oculares ou problemas neurológicos.

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14 - O meu fosfeno tem um diâmetro pequeno.

O Fosféno é proporcional ao diâmetro angular da fonte luminosa. Com uma lâmpada idêntica à lâmpada fosfénica de 18 cm de diâmetro e colocada a 1,50 m de distância, o fosféno apresentar-se-á de maneira ótima no campo visual.

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15 - Como fazer o Co-fosféno, ou fosfeno associado à luz?

Fixe uma lâmpada especial fosféno ou uma Lâmpada Fosfénica durante três minutos, seguidamente na obscuridade, com olhos fechados, observe as manchas de cores que aparecem no campo visual.

Para mais informações, consultar os livros Universos Energia Fosfénica bem como Cromos n°2 download gratuito neste site.

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16 - Como observar a luz difusa?

Imediatamente após ter apagado sua Lâmpada Fosfénica, pode apresentar-se uma luminosidade branqueada no campo visual. Esta luminosidade só é percetível por uma pessoa sobre dez. Dura apenas alguns segundos. É seguida imediatamente pela primeira fase do fosféno.

Encontrará de novo a luz difusa, uma vez que o fosféno se terá completamente esbatido. Pode começar a aparecer ao fim de 5 minutos, mas mais geralmente ao fim de um quarto de hora de observação do campo visual. Apresenta-se sob a forma de luminosidade branqueada, quase cinzenta que atravessa o campo visual.

O Fosféno é por ele próprio de ordem meramente fisiológica e o seu fenómeno é conhecido na medicina oftalmológica. Não é nada misterioso, deve-se ao trabalho das três variedades de cones presentes nos olhos. Em contra partida, a luz difusa é até agora um enigma para a ciência. Apresenta propriedades surpreendentes: é muito transmissível por telepatia. Na obscuridade total e mesmo com várias vendas oculares sobre os olhos, podemos perfeitamente distinguir um objeto com uma forma quadrada, ou um objeto circular que o atravessa. É, em certas condições, fotografável. Pode modelar-se sobre o pensamento (comum); pode assim dar-lhe uma forma. Possui igualmente propriedades calóricas.

Não confundir luz difusa com o fosféno e o caos visual.

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17 - Como ver o caos visual?

Uma vez que o fosféno acabou, prolongar a observação do seu campo visual durante 30 a 45 minutos. Por momentos, este será atravessado por um nevoeiro colorido que talvez foi cruzado pela presença da luz difusa.

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18 - É necessário retirar os óculos e lentes de contacto para a prática com a Lâmpada Fosfénica?

NÃO, como mencionado acima, a Lâmpada Fosfénica não tem propriedades calóricas, ou seja não emite calor. Não é necessário retirar os óculos ou lentes de contacto para a prática da Conjugação Fosfénica.

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19 - É necessário retirar óculos e lentes de contacto para praticar com o sol?

SIM, om o sol, é ABSOLUTAMENTE OBRIGATÓRIO retirar os óculos, que produzem um efeito de lupa e correriam o risco de provocar uma queimadura da retina e retirar as lentes de contacto, que provocam a seca da córnea e uma queimadura na periferia. Siga as indicações dadas pelo Dr. LEFEBURE (vf. A Conjugação Fosfénica em Pedagogia) como por exemplo:

Em jejum, beber bastante para favorecer a vaso motricidade dos vasos capilares, o que fluidifica o sangue, melhora a irrigação dos globos oculares e evita o cansaço.

Não beber álcool nem água gasificada, o gás carbónico altera a vaso motricidade dos vasos capilares.

E sobretudo não fixar mais de 2 a 3 segundos.

A FIXAÇÃO DO SOL DURA 2 A 3 SEGUNDOS, NÃO MAIS.

Notas:

  • O pós-fosféno solar não é tão bonito que os obtidos a partir de uma lâmpada.
  • O Co-fosféno solar é sistemático: não se pode fixar o sol sem obter um Co-fosfeno associado.
  • O diâmetro do fosféno é proporcional ao diâmetro angular da fonte luminosa. Quer dizer que quanto mais a fonte luminosa for afastada, mais o fosféno é pequeno.

Não fixar o sol sem ter estudado o livro: A Conjugação Fosfénica em Pedagogia. Não brinque com os seus olhos.

O sol.
O sol é certamente a melhor fonte para fazer fosfenos, porque os efeitos são muito mais potentes que os obtidos com uma lâmpada. É necessário, no entanto, respeitar as precauções que indicamos de modo que este trabalho seja eficaz e sem perigo. Em todos os tempos e em todas as civilizações, praticou-se e praticam-se ainda as fixações do sol. Na origem, são os cultos solares que deram nascimento a todas as religiões, nomeadamente devido aos «fenómenos solares» (deslocações aparentes do sol, que são realmente movimentos do Co-fosféno solar) que provocam estas fixações.

Os Reflexos do sol sobre a água.
A prática com os reflexos do sol sobre a água provoca a renovação da energia nervosa, assim como uma grande estimulação mental e intelectual. Muitas pessoas gostam de fixar os reflexos do sol sobre a água, porque sentem um grande bem-estar e uma calma profunda, como é frequentemente o caso com os pescadores.

O céu luminoso.
Quando o sol é demasiado forte, pode-se facilmente praticar a fixação do céu luminoso em vez do sol. Este não causa cansaço e produz uma grande descontração física. A energia luminosa difunde-se no conjunto do sistema nervoso, provocando uma grande calma mental. É por isso que se adormece frequentemente quando se pratica com o céu luminoso. A grande luminosidade do céu deve-se à reflexão dos raios solares sobre as camadas da atmosfera.

A lua.
É igualmente possível fazer fixações da lua. Os cultos lunares desenvolveram-se em países onde o céu é muito limpo. Utilizava-se a fixação da lua ou a dos seus reflexos sobre a água ou sobre uma superfície reflexiva (marisco, bandeja de prata, etc.).

Fixação das estrelas.
A fixação das estrelas é pouco utilizada conscientemente, porque temmos tendência a pensar que a intensidade é demasiado fraca e que não se pode fazer um trabalho eficaz com os fosfénos estrelares. O que não é o caso. A prática com as estrelas é igualmente muito interessante e produz numerosos fenómenos psíquicos. Muitos astrónomos, tanto profissionais como amadores, puderam observar a sequência de tais fixações. Praticando regularmente a fixação das estrelas, pode-se produzir igualmente o que poderiamos chamar «manifestações estrelares».

As chamas de um fogo.
É raro que alguém não goste de fixar uma lareira ou uma fogueira. Em quase todas as tradições, as histórias são contadas junto à lareira, não somente para se aquecer, mas porque a intensidade da luz e o movimento rítmico das chamas estimula a criatividade e a invenção.

A definição, que se pode encontrar nas enciclopédias, da palavra «Helioterapia»:
«A luz é boa para as plantas, os animais e os seres humanos.»

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20 - É preferível fixar o nascer ou o pôr-do-sol?

Nos dois casos o nascer e o pôr-do-sol dão uma luminosidade «suave», mas não esquecer os conselhos acima citados.

Nunca esquecer a regra: o mínimo de iluminação para o máximo de fosfénos.

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21 - Quais são outras as fontes luminosas com as quais se podem fazer os fosfénos?
  • O reflexo do sol sobre a água.
  • A fixação das estrelas (nomeadamente a estrela polar).
  • A lua.
  • As chamas de uma fogueira ou uma lareira.
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22 - É possível fazer fosfénos com uma vela?

Unicamente com velas muito grandes cuja mecha apresenta um certo diâmetro. Notem contudo que os resultados serão muito fracos, para não dizer insignificantes, porque o impacto no cérebro não é suficientemente importante para provocar a reação neurológica procurada. Além disso, se aproximar demasiado perto, há o risco que o calor seque a córnea e provoque um incidente ocular. Assim, é preferível não utilizar vela.

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23 - Não consigo a pôr o meu pensamento no interior fosféno.

O mais importante é dirigir a sua atenção sobre o pensamento e não sobre Fosféno. O Fosféno estando obrigatoriamente presente, a Conjugação (mistura do pensamento com fosfeno) se estabelecerá dela própria.

Devido aos ciclos das alternâncias cerebrais, há frequentemente um cruzamento entre o pensamento e o fosféno. Por momentos, vê-se o fosféno e noutros apercebe-se mais o pensamento.

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24 - Após quanto tempo posso observar os primeiros resultados?

No domínio pedagógico, é necessário contar cerca de um mês, é o tempo mínimo necessário para fortificação e a criação de novas vias neurológicas.

É importante notar que os efeitos do Fosfenismo incidem sobre o sentimento de evidência. Consequentemente, na maioria dos casos, os resultados serão visíveis no boletim de notas, no momento dos exames ou quando temos necessidade de solicitar a nossa memória sobre algo que aprendeu com os fosfénos. Sempre devido a este sentimento de evidência próprio do Fosfenismo que nos mascara as causas, os resultados serão na maior parte do tempo mais observados pelos que nos rodeiam que por nós. Assim com uma criança por exemplo, será a professora ou os colegas que serão surpreendidos ao constatar a mudança (a progressão).

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25 - O que é um sal fosfénico?

A mistura do pensamento e do fosféno dá ao pensamento uma grande clareza. O Doutor Lefebure nomeou SAL FOSFÉNICO esta clareza do pensamento que é produzido pelo fosféno. Esta noção de «sal fosfénico» deve ser tomada no sentido figurado e filosófico, como resultado da combinação do pensamento com o fosféno, ao mesmo tempo, que em física, é necessário um ácido e uma base para formar «um sal» que provoca uma libertação de energia.

Com efeito, a luz é uma energia que, batendo nos olhos, provoca reações químicas e elétricas no cérebro, o que produz sincronizações entre as células cerebrais, acelerando e amplificando os processos fisiológicos. A curta fixação de uma fonte luminosa traz por conseguinte uma energia suplementar ao conjunto da massa cerebral, o que melhora as capacidades mentais (memória, ideação, criatividade, iniciativa, etc.), por conseguinte todos os aspetos da inteligência.

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26 - Quais são as diferentes categorias de fosfénos
que não utilizamos no Fosfenismo?

Fosfénos patológicos.
Os fosfénos produzidos por uma doença. Idem para os acufénos. Nós não utilizamos os fosfénos e os acufénos patológicos que não são exploráveis e devem fazer objeto de um tratamento médico.

Fosfénos produzidos pelos alucinogénicos.
Os alucinogénicos produzem fosfénos que se apresentam sob a forma de alucinações associadas, em certos casos, um bem-estar temporário. Contudo, os alucinogénicos produzem igualmente lesões orgânicas e cerebrais. Os efeitos são opostos diametralmente aos efeitos da Conjugação Fosfénica tal como a estudamos, embora os dois processos sejam paralelos.

Os drogados que se põem a praticar o Fosfenismo acabam por abandonar a dependência da droga, porque o Fosfenismo reforça as estruturas psicológicas do indivíduo.

Fosfenos por compressão.
É possível produzir fosfénos com a pressão das mãos sobre os globos oculares. Esta técnica é muito utilizada pelos yoguis, mas a longo prazo pode produzir uma deslocação do cristalino. Por esta razão, nós não a utilizamos.

Se recebe um murro no olho, vai ver «estrelas»: são fosfénos..

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27 - Quais são as diferentes categorias de fosfénos que utilizamos no Fosfenismo?

Utilizamos essencialmente a categoria de fosfenos que os oftalmologistas chamam «imagens de reminiscência», «imagens de persistência retiniana» ou «pós-imagens», o que se pode provocar de várias maneiras. Além disso, a persistência retiniana é um dos mais importantes princípios do cinema: com efeito, em 1829, um Belga, chamado Plateau, descobriu que a imagem deixa um vestígio sobre retina durante um décimo de segundo. Consequentemente, uma série de dez imagens desfilando durante um segundo dá a sensação do movimento. O primeiro aparelho deste inventor chamava-se o Fénakisticopio. Vemos que o fosféno tinha, deste ponto de vista, um bonito futuro…

Utilizamos e trabalhamos sobre fosfénos e acufénos FISIOLÓGICOS.

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28 - De onde vem a palavra «Fosfeno»?

Origem da palavra Fosféno «Phosphène»::
A palavra fosféno vem do grego «phôs», luz, e «phainein» que quer dizer «aparecer», mas também «brilhar». A palavra «feno» foi criada em 1834 para as necessidades da química, a qual designa o núcleo de benzeno. De onde a denominação dos seus derivados que contêm a mesma raiz, o «fenol» é o mais importante. Assim foi nomeado porque também é brilhante.

Em 1838, a mesma raiz é utilizada. A palavra «fosféno» é utilizada por dois investigadores em disciplinas diferentes. o naturalista Lelorgne de Savigny (1777/1851) a emprega para designar uma variedade de pirilampos, e o fisiologista Venzac para designar as sensações luminosas espontâneas.

O Doutor Lefebure criou a palavra «Fosfenismo®» fazendo o que se chama em gramática um neologismo pela restrição a partir da palavra fosféno, cuja raiz principal quer dizer luz e recorda Phœbus, o Sol. Este termo é igualmente mais eufónico para designar o conjunto das técnicas fosfénicas. Além disso, utilizamos o termo «imagens mentais». Para evitar uma confusão demasiado grande entre as noções de «imagens mentais» e «de imagens de persistência retiniana», designamos por conseguinte estas pela palavra «fosféno». Esta terminologia é importante, porque, em textos antigos, encontra-se a descrição dos fosfénos, mas os autores, que não possuem os termos que poderiam descrever e designar estas perceções subjetivas, frequentemente utilizaram os termos «cores» ou «luz», o que torna os textos incompreensíveis.

Assim, numa passagem do livro «Parva Naturalia», Aristóteles descreve o fosféno pela contiguidade de cores e pós-fosféno solar:

«(…) a impressão não está somente nos órgãos, base da sensação, mas também nos órgãos que cessaram de sentir, e está basicamente na superfície. É evidente que quando sentimos algo continuamente: quando com efeito se passa de uma sensação á outra, da impressão segue a sensação, por exemplo quando se passa do sol á obscuridade: acontece com efeito que não se vê nada, porque o movimento causado nos olhos pela luz subsiste ainda. E se fixarmos muito tempo os olhos numa só cor, quer branca, quer amarela, aparece tal como, onde dirigimos o nosso olhar. E se piscarmos os olhos olhando para o sol ou algum outro objeto brilhante, para os que observaram seguindo a linha direita – é seguindo esta linha que a vista se exerce - aparece primeiro tal como é no que diz respeito à cor, seguidamente fica vermelho, seguidamente roxo, até chegar á cor preta e desaparecer.»

ARISTÓTELES, «Pequenos tratados da História natural», Sociedade de Edição «Les Belles Lettres», Paris, 1965, página 80 (texto estabelecido e traduzido por René Mugnier).

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29 - A minha vista não me permite fazer fosfénos, o que posso fazer?

Se não tem acufénos patológicos, pode trabalhar com o equivalente ao fosféno ao nível auditivo, quer dizer com os acufénos fisiológicos. A técnica continua a ser a mesma: a mistura do pensamento com o féno, em ocorrência, o acuféno (zumbidos nas orelhas observados após ter tapado os condutos auditivos). vf. Conjugação Fosfénica em Pedagogia.

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30 - Até que idade se podem fazer fosfénos?

Tudo depende da saúde dos seus olhos, deve pedir conselho ao seu médico ou ao seu oftalmologista. Um dia antes da sua morte, o Dr. Lefebure fazia ainda a demonstração que podia ler textos na ponta dos braços com pequenas letras sem óculos, provava, se fosse necessário, o incrível efeito benéfico dos fosfénos sobre a saúde dos olhos (com a condição, naturalmente, de respeitar as normas de iluminação que definiu no livro A Conjugação Fosfénica em Pedagogia). Por outro lado, nunca usou óculos na sua vida!

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31 - Posso utilizar uma lâmpada de bolsocomum para fazer os fosfénos?

Yes.

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32 - Posso utilizar lâmpadas do mercado ou lâmpadas de baixo consumo e obterei resultados com este tipo de lâmpada?

A lâmpada desempenha um grande papel na obtenção dos resultados. Só uma lâmpada de luz do dia ou uma lâmpada de luz natural dá resultados. É este último tipo de lâmpada que é utilizado em luminoterapia.

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